Vamos por partes
- AIDS é uma síndrome e não uma doença. (síndrome da imunodeficiência adquirida)
- Esse nome foi definido pelo "Centers for Disease Control and Prevention" (ou CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos da América.
- De acordo com o CDC, Aids era definida por um conjunto de doenças já conhecidas (candidíase, herpes, alguns tipos de pneumonia e câncer e etc) quando uma ou mais dessas doenças ocorrem em pessoas que são soro-positivas.
- Os sintomas dessas doenças são idênticos quando comparamos pessoas soro-positivas e negativas.
- Os testes que definem se alguém é soro-positivo não identificam o HIV, mas detectam certas proteínas que não são exclusivas ou específicas do HIV e podem ser anticorpos produzidos em resposta a mais de 60 condições, que incluem resfriado, gripe, vacinas, herpes, hepatite, transfusão de sangue, parasitas, tuberculose, malária e até gravidez.
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A definição exata de Aids varia entre os países e no decorrer dos anos
- No dia 01 de janeiro de 1993, o CDC incluiu na definição de AIDS aqueles com a contagem de células T inferior a 200, mesmo que a pessoa não tivesse sintoma algum de doença. Mais da metade dos "aidéticos" americanos se encontram nesse caso.
- O "Laboratory Centre for Disease Control" do Canadá não reconhece a contagem de células T para se fazer o diagnóstico, isto é, se esses milhares de americanos se mudarem para o Canadá, eles serão considerados saudáveis.
- O diagnóstico mais comum feito na África não exige teste de HIV, basta o paciente apresentar os sintomas clínicos — febre, tosse, perda de peso e diarréia - somado à coceira generalizada ou o crescimento dos gânglios linfáticos.
- Nos EUA, 88% dos casos pertencem às categorias oficiais de "usuários de drogas injetáveis" e "homens que fazem sexo com homens" enquanto na África, as principais vítimas são mulheres e crianças.
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